O ex-ministro Armando Monteiro Neto organizou uma reunião com empresários e representantes do setor produtivo pernambucano para declarar voto em Mendonça Filho (PL) para o Senado. No evento, Armando argumentou que o nome do ex-governador atende ao que o estado precisa na representação parlamentar em Brasília.
“Quero traduzir, em nome de todos esses amigos a minha confiança de que você, mais uma vez, vai honrar nosso estado. Essas pessoas que estão aqui, revelam o grande entusiasmo que existe em torno dessa causa, que é uma causa de Pernambuco. O Senado representa o estado e é evidente que você se coloca para Pernambuco como a melhor alternativa”, afirmou Armando.
Em resposta, Mendonça Filho pontuou que a manifestação de Armando ocorreu de forma precoce, quando a disputa ainda não estava desenhada no grupo. Segundo ele, o respaldo vindo do ex-ministro ajudou a dar corpo ao projeto do qual faz parte.
“Nós estamos conectando essa minha ousadia de colocar o nome a um sentimento que já estava presente junto à população. Armando foi um apoiador desta ideia deste o primeiro momento, mesmo quando ainda não tinha tomado a decisão”, lembrou Mendonça.
O candidato argumentou ainda que atributos pessoais e postura na vida pública influenciam o trabalho na Câmara Alta.
“O homem público precisa ter algumas características: honestidade é obrigação, capacidade de diálogo é necessária, mas, se o homem público não tiver coragem, ele não merece ser homem público. E esse homem público que fala aqui tem coragem e muita”, disse ele.
No encerramento, Mendonça fez menções à família e indicou a permanência na base aliada do Palácio das Princesas. “Com a coragem que Deus me deu e a formação que recebi dos meus pais, vou enfrentar essa luta com muita determinação. Tenho fé de que ela será abençoada por Deus. Seguiremos apoiando a governadora Raquel Lyra e por meio do voto popular, vamos representar o pernambucano no Senado Federal”, concluiu.
Estiveram no encontro o vice-presidente do Podemos, Ricardo Teobaldo, o prefeito de Limoeiro, Orlando Jorge, e os ex-deputados José Chaves e Jorge Corte Real — este último diretor da CNI —, além do ex-presidente da Fiepe, Ricardo Essinger, e dirigentes do meio empresarial.



